Carlos Henrique Vieira de Sousa
Iniciou sua carreira teatral em 2002, quando foi convidado para fazer esboços de figurinos para o espetáculo “Ubu Rei”, de Alfred Jarry. A partir daí, é convidado para conceber e executar cenários e figurinos nos espetáculos da Usina de Teatro da UNAMA e do Grupo Palha. Em 2005, ganha o Prêmio de Melhor Cenografia, na XX Mostra Estadual
de Teatro da FESAT, com o espetáculo "Van Gogh", dirigido por Paulo Santana. Em 2004 recebe um convite para ser
carnavalesco da Escola de Samba Acadêmicos da Pedreira, consagrando-se
Vice–campeã do Carnaval 2005. Em 2006, é convidado para ser
carnavalesco da Escola de Samba Império Matinhense, em Tucuruí, e, em 2007,
novamente pelo Acadêmicos da Pedreira. É constantemente convidado para assinar cenários e figurinos e também como jurados de desfiles e concursos. Atualmente é cenógrafo (formado pela
ETDUFPA), figurinista, aderecista e membro do Grupo Teatro do Ofício.
Luiz Fernando Vaz
Ator, diretor e produtor. Natural e residente em Belém do Pará. Começou
a atuar na Usina de Teatro da Unama onde participou de espetáculos como “Auto
da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, “Ubu: uma Odisséia em Bundalelê”,
adaptação de Ubu Rei de Alfred Jarry, "Palavras sem obras são tiros sem
bala", adaptação dos Sermões do Padre Antônio Vieira, entre outros,
participando também de cinco edições do Projeto Revitalização das Pastorinhas,
sendo que em alguns dos espetáculos chegou a assinar a assistência de direção e
a revisão do texto (publicado pela Universidade da Amazônia). Em 2004 foi
convidado pelo diretor Paulo Santana para integrar o Grupo de Teatro Palha onde
fez grandes trabalhos, dentre eles destacando-se o espetáculo “Nu Nery”, da
obra de Carlos Correia Santos, com patrocínio da Petrobrás, onde cumpriu dois
anos em cartaz interpretando o artista plástico Ismael Nery, participando de
turnês e festivais pelo Brasil. Atuou ainda nas peças "O Burrinho
Pedrês" (indicado à Melhor Ator Coadjuvante pelo XX Mostra da FESAT)
e "Júlio Irá Voar". É fundador do Teatro do Ofício, tendo dirigido o
espetáculo de estréia do grupo "Uma Flor para Linda Flora" e
"Amadores”, peça de estréia do tradutor carioca Pedro Sette-Câmara. Dirigiu
ainda os espetáculos "O Assassinato de Machado de Assis" e “Tudo pode
Acontecer”, ambos sucessos de público na capital paraense. Atuou também em
curtas metragens, com destaque para a produção greco-brasileira “Segurança
Nível 5”, de Jorge Kellaris. Recentemente atuou na peça infantil “O mundo onde
tudo pode”, de Carlo Felipe Pace, cumprindo temporada em escolas públicas
municipais e estaduais de São Paulo.
Natural de
município de Cametá-Pará, nascido no décimo quarto dia do mês
onze do ano de mil novecentos e setenta e nove
Na década
de 90 fez vários cursos de artes no Curro Velho; em 2003,
selecionado, participou do Salão Arte Pará, deste mesmo salão, a
partir de 2009 participou das montagens até o ano de 2011 ;
participou da montagem do Salão Xumucuis em 2010; Itaú Cultural,
também em 2010; ainda nesse ano, Mostra das obras de Élio Oiticica
no MHEP; em 2011, logo no começo montou uma exposição no BASA do
artista Ricardo Andrade; participou também da montagem Mostra do
Artista Oswaldo Goeldi; montagem da exposição (resultado de bolsa
do IAP) da artista Keyla Sobral e em 2012 Montagem da Exposição
Ver-o-Peso, em Brasília.
Atualmente desenvolve projetos de design de móveis, ambientes e cenários. Participando desde o planejamento, concepção, criação, coordenação e construção dos projetos desenvolvidos pelo GTO.



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